Musica do Dia: PHURPA (Excerpt)

TIRA O PÉ DO CHÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!!!!

Primeiro post com a música do dia, espero conseguir fazer isso todos os dias =) 



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PHURPA - ao vivo @ Sansara Club - 2008

Só um naco do rolet, 6 minutos e pouco, mas só pra lembrar a poderosidade do bang! =~

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Phurpa - 2 trechos novos

Na foto: Alexey Tegin

Recentemente rolaram mais apresentações do Phurpa em Moscou e o Dmitry mandou dois trechos pra postar aqui, um de 10´ou de quase 5´.Cada um de uma apresentação diferente.

Se liga ae:

Phurpa - Kuntu Zangpo by Dorje108

  • Homenagem a Kun-tu bZang-po / Phurpa (dir. Alexei Tegin
  • Gravado ao vivo em Dom, Moscou - 2/4/11

Phurpa - Dungchen Chendren by Dorje108

  • Dungchen Chendren Phurpa (dir. Alexei Tegin) 
  • Gravado ao vivo em Dom, Moscow, 12/02/11

Conheça o PHURPA >


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Especial: Dmitry Globa-Mikhailenko (Phurpa)

Há algum tempo, rolou aqui no IB uma entrevista com o Dmitry do genial e hipnótico Phurpa. Leia > 

Obviamente o tema da entrevista foi a banda, mas eu gostaria que vocês tivessem a chance de conhecer um pouco mais sobre ele e seus outros projetos musicais. 

Pra começar, quero dizer que ter a chance de trocar ideia com o  Dmitry foi de longe das coisas mais fodas que aconteceram por causa do blog.

Caras, é impressionante. Claro que ter acesso à uma pessoa de uma cultura diferente e que te interesse, naturalmente já proporcina uma puta conversa, melhor ainda se o interesse é mútuo. Porém falar com alguém de outra cultura, que dedica a vida a aprender, vivenciar e ensinar diversas outras culturas totalmente fora do seu cotidiano, é sem dúvida uma oportunidade única.

Um resumão sobre o cara seria mais ou menos isso: Algumas mudas de roupa, livros que ele leva nas viagens, que aliás não são poucas. Pelo que me disse, todo o dinheiro que ganha, usa para viajar e prefere não tirar fotos dos lugares. Disse que essas experiências ele guarda pra si. É realmente dedicado a estudar a filosofia do Bon/Budismo Tibetano, além dos cânticos e rituais. 

Pra esse post, eu pedi que ele respondesse a um questionário rápido, do tipo Ti-ti-ti, já que ele já passou pela bateria de perguntas da outra vez.

Se liga ae:

  • Idade: 32
  • Local de nascimento: Alexandro-Nevsky, pequena vila no distrito de Ryazan (parte central da Rússia)
  • Educação: Mestre em Lingüística / Idiomas / Comunicação Transcultural na Universidade Internacional em Moscou
  • Ocupação: Tentei muitas ocupações desde aquela época. Atualmente trabalhando como músico ou intérprete freelance.
  • Melhor álbum da década passada: Ngawang Tashi Bapu (aka Tashi Lama) “Master Chants” (Spirit Music 2004) - Vencedor de um Grammy.
  • Atualmente ouvindo: Psarantonis.

Se liga ae as bandas do cara que estão no post:

  • Musica Radicum
  • Shaitan Bazaar  
  • Olmo 

Espero que você aproveite pq tem coisa muito foda! 

PS. Você deve ter notado que o post está em uma linguagem muito mais formal que de costume. Explicando: Ele mesmo faz a tradução por lá, então pra ele não perder muita coisa pelo meu texto completamente errado, fiz de um jeito que ele não perdesse muito =) 

  • Música Medieval/Galesa com interpretação teatral e tudo mais, coisa linda!

Radicum

















  • Música oriental que inclui até umas minas fazendo dança do ventre na apresentações.




  • Dark Ambient/Noise/Etno (Ritual Tibetano, mais próximo ao Phurpa)

Não há videos do Olmo, mas você pode baixar aqui:

Veja o que já saiu no IB sobre o Phurpa >

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Entrevista: Dmitry (PHURPA)

Caros (as),

Sabe aquele domingo que você tá morrendo de preguiça e tudo o que quer é que termine logo já que tem a segunda-feira pra encarar logo depois? Pois é, num dia como esse há aproximadamente 1 mês, eu estava pra desligar o computador quando resolvi ver o que tava rolando nos blogs que eu sigo. Eis que me deparo com o Phurpa.

Eu fiquei chocado com aquilo que eu tava vendo e ouvindo, parecia que era a “música” que eu procurava há anos. Ou pelo menos desde que me interesso por aquilo que você não chamaria de música.

O Phurpa é muito mais do que isso. Os caras são um grupo de artistas russos que se interessam por drones de rituais tibetanos. WTF? O que pode ser mais estranho que isso? Montar uma banda com vuvuzela? O mais incrível é o sentido que tudo nessa banda faz, por exemplo quando ele não diz que eles fazem shows, e sim rituais e que técnicamente nem são uma banda como estamos acostumados ao termo. Eles simplesmente cantam - e isso parece simplificar tudo.

Bom, com isso eu fui atrás pra trocar um ideia com os caras e saber mais mais do que se trata. Gostaria muito de ter falado com o idealizador do projeto, o lendário Alexey Tegin, porém soube atrávés do Dmitry, aquele quem fala pela banda, que o Alexey não fala inglês - Na verdade mal gosta de falar seja a lingua que for.

Falar com o Dmitry foi sensacional! O cara é gente finíssima, completamente envolvido com música (ele tem outros 3 projetos, todos folk). Me mandou quase todos os links dos projetos pra download, inclusive coisas do Phurpa e a conversa se desenvolveu a tal ponto que enquanto edito este post, já são aprox. 6am lá e estamos falando sobre como a galera na Russia fica bêbada e dorme na rua, só que devido ao frio, acordam com as mãos e pés necrosados e acabam tendo que amputar a parada! 

Bom, todo o material que o Dmitry me disponibilizou vou subindo aos poucos no blog, enquanto isso, leia a conversa e entenda um pouco mais sobre essa sensacional manifestação ritualística.

Mensagem do Dmitry: “E aí Brasil? Aqui quem fala é Dmitry, bem do meio da Eurásia. O inverno acaba de passar e o Sol Imortal levantou-se mais uma vez por entre a suja neve da cidade de Moscou.”

1. Cara, o que é e quem é Phurpa?

Phurpa é uma adaga ritual tibetana usada para apunhalar os espíritos enganadores
e destruir os obstáculos no caminho do Ensino. É também uma divindade Bon, o espectro e um guarda. Simplificando, é o próprio poder, a atividade que ajuda a
ir além.

O Phurpa hoje é:

  • Alexey Tegin
  • Dmitry Globa-Mikhailenko
  • Edward Utukin
  • Andrei Grekov

Há alguns anos eram 6 ou 7 caras.

2. Toda a imagem e estética da banda se torna mais aterradora quando misturada com o tipo de som que vocês tocam. A inspiração por trás do visual também veio da tradição e ritos do Tibet? Ou é algo criado pra combinar com a música?

Na minha cabeça, acho que a maioria das pessoas deveria ficar com medo das formas bizarras de existência humana/social que criam pra si mesmos.

Mas o público fica aterrorizado mesmo (engraçado, né?) quando vêem uns caras estranhos tocando música mais estranha ainda, sem qualquer emoção e sem qualquer elo com a realidade do cotidiano.

Tentamos ser os mais autênticos possíveis, todavia, moramos em uma metrópole, tocamos em clubes/casas noturnas, então usamos amplificadores e iluminação, né? Às vezes a gente exagera, hehe.


3. Ainda sobre a relação visual x música, é muito comum para ocidentais associarem mantras budistas com uma mensagem positiva. O Phurpa parece emanar algo completamente oposto (ainda em forma de mantra, porém). A maioria das pessoas com quem conversei sobre a banda, fez uma relação com o filme Begotten ou como a trilha perfeita para um filme de terror. Era essa a intenção do Phurpa? Digo, você vê o Phurpa e sua mensagem como algo inteiramente negativo ou o figurino e mantras/drones ritualísticos budistas-tibetanos são naturalmente obscuros?

O que você quer dizer com “negativo”? O sol, o mar, a chuva – são negativos ou positivos? Às vezes, você tem medo do trovão, mas o trovejar também pode ser algo prazeroso.

As vozes não expressam nenhuma emoção, então não há nenhum “eu te amo” ou “eu te odeio”. Não há nada de pessoal ou emocional no que fazemos, de forma alguma.

4. Sobre o background musical do Phurpa – Li em algum lugar que Alexey Tegin estava envolvido com role noise/industrial no passado e etc. Gostaria que você comentasse um pouco sobre o assunto, antes do Phurpa entrar em cena.

Alexey é um artista/escultor, já tocou em bandas de acid rock nos anos 60, free-jazz nos 70, industrial e noise com uma forte influência do Swans nos anos 80,  ritual ambient nos anos 90. Nos últimos 10 anos, porém, só música tibetana.

Algum dos outros membros são músicos e outros não, mas como não tocamos música “comum”, não importa muito tua educação musical ou a falta dela, é uma questão de energia e “poderes” de cada um.

5. Há pouco tempo, vi no site de vocês cujo a banda usa instrumentos feitos com ossos e pele humanas. Vocês os fabricam por conta própria ou há algum contato com os monges que praticam o mesmo ritual que tornam estes materiais e instrumentos disponíveis?

Alguns vêm da Mongólia ou Índia. Outros são feitos por Alexey.

Damaru (da ma ru) - Percussão tibetana
material: Cranio Humano, pele
Tamanho: 14 cm
Afinação: g, g#

Kanlin (rkang gling) - Trompete de osso
Material: Pedra vulcanica, pele
Alcance: bb-db

Kanlin (rkang gling) - Tompete de fêmur
Material: Osso e pele
Alcance: ab-h

Ps. Ok caras, como vocês viram ter crânio humano, ossos, pele e tudo mais choca, porém ele não discorreu sobre… Mas enquanto editava a entrevista, ele estava online e ficamos batendo papo no Gtalk, ele disse que as pessoas geralmente se chocam com isso, mas ele ganhou em uma viagem à Mongolia e ele precisa disso pra praticar os estudos. “No fim das contas não é sobre materia, e sim a finalidade.”

6. Estando na Rússia e tocando em uma banda cuja sonoridade se baseia em ritos de uma etnia completamente distinta, deve tomar horas de pesquisa e estudo. Há algum intercâmbio com a cultura tibetana, algum contato com monastérios praticantes destes ritos que o Phurpa aborda?

Claro! Todos estudamos a cultura, de alguma forma. Alguns de nós pertencem à certas escolas do Bon ou Budismo.

Também tivemos a excelente oportunidade de conhecer os monges cantores dos monastérios de Gyudmed e Kopan. Mas com a prática diária do Rgyud-skad (que pratico há onze anos), você chega ao seu próprio estilo. Você pára de imitar.



7. De forma concisa, como é o processo criativo do Phurpa? Tudo parece ser meio intuitivo e “freestyle” no trabalho da banda. Vocês separam algum tempo pra compor ou as coisas simplesmente fluem nos shows, como numa jam session?

Na verdade, tocamos alguns fragmentos de peças já escritas, tanto de ritualística, quanto instrumental e também uma forma simplificada do dbyang-yig, espécie de notação musical tibetana, quando compomos algo.



8. Atualmente, aqueles interessados em música contemporânea descobriram drones (e/ou drone) através de bandas como EARTH, SUNN O))) ou com certa pesquisa, LA MONTE YOUNG e outros que trabalham com esse foco em sua música. Ao final, o resultado é que drone se tornou um estilo musica. Você acompanha essa cena, esses grupos mais “musicais” e menos ritualísticos? (levando o Phurpa como exemplo de ritualística). Você acompanha essa “cena”.

Acho que o que fazemos é diferente, sabe? Como dois mundos, completamente distintos.

O que não quer dizer que não possamos nos envolver com outras esferas da música, além do Phurpa. O Alexey mesmo costuma se apresentar como CORPS, tocando industrial/noise.

Uma das primeiras apresentações do Alexey como Phurpa:


9. Ainda nesse assunto, o “drone” é tão antigo quanto a própria música. De alguma forma os incomoda saber que se tornou um rótulo?

Não sei dizer. Isso não é drone ambient ou drone metal. É rgyud-skad ou “A voz do Tantra”

10. O Phurpa circula há bastante tempo, tem uns vídeos animalescos, um visu impactante e tudo bem amarrado dentro de seu contexto, fazendo com que o ouvinte se sinta parte daquilo que acontece nos palcos ou gravações. Com tudo isso, vocês são sondados por selos ou gravadoras interessados na banda?

O primeiro cd, Trowo Phurnag Ceremony foi lançado pela Sketis Music (selo especializado em projetos folk/étnicos por toda a Rússia, altamente recomendado!). Também lançamos pela Aquarellist (Selo industrial de São Petersburgo) e gravamos uma de nossas performances ao vivo para Nomos Dei Productions, que é um selo de black metal/death industrial de Rostov-on-Don.

Temos uma página no bandcamp da 7D Media. (Se liga >)

E acho que esse ano, definitivamente vem mais por aí.



11. Se tratando de uma banda com uma percepção tão mística de mundo, há alguma grande curiosidade em como é sua vida cotidiana. Vocês sobrevivem de música e apresentações ou dependem de empregos comuns, além de sua arte?

Alguns sim, outros não. Pra alguns de nós, nem “arte” isso é.

12. Esbarrei num video de vocês no YouTube que aparenta ser uma entrevista pr’alguma tv local. Obviamente, não entendi patavinas, mas é bem interessante ver como são os shows, as posturas adotadas no palco, uma bebida sendo dividida entre todos, etc. Você diria que há alguma estado especial da mente, alguma meditação ou algo pra entrar nesse clima do Phurpa?

É quando você pára o monólogo infindável da sua mente. É esse o estado mental. “Estado Primordial” como os Dzogchen o chamam.

Mas nem quero dizer que nossa música vai te levar até isso ou que te ajudaremos à chegar lá. Não somos professores ou gurus. Só cantamos sobre.



13. Pelo que entendi, todas suas gravações são ao vivo. É intencional não haver nada em estúdio, já que se trata de algo primitivo, valores modernos de produção só atrapalhariam?

Nem tanto assim, nossa primeira gravação foi feita no lendário Melodiya Studio, uma relíquia dos tempos da União Soviética. Infelizmente, não existe mais.

Ficava dentro de uma antiga capela, de estilo gótico. Após a Perestroika, foi dada de presente para a Igreja Anglicana, então o estúdio coexistia junto de uma igreja totalmente funcional, veja bem.

Então, ficávamos ali, gravando liturgias tibetanas, então um vigário vinha, olhava pros ossos, ouvia a cantoria por alguns minutos e pedia pra gente fazer tudo num volume mais baixo, já que rolava um sermão lá fora ou algo assim.

E sim, preferimos tudo mais “raw”.



14. Logicamente, sendo um blog brasileiro, tenho que perguntar… você conhece algo de música de um país tão distante? haha

A única banda que eu parei pra ouvir mesmo foi Sepultura, nos tempos de escola, quando tocava baixo numa banda meio punk/metal.

Nutro profundo respeito pelo selo The Sublime Frequencies, especializado no lado musical da antropologia cultural e também da energia proveniente de uma compilação chamada “PROIBIDÃO CV: FORBIDDEN GANG FUNK FROM RIO DE JANEIRO

Me desculpe se não citei nada de impressionante, hehe. (N. do IB - AAAAAAH, com esse Proibidão, impressionou pra caralho, man! confie!)

15. Planos para 2011? Gravações ou tour?

Cantaremos. O resto vai e vem.




Samir Tahar, “Florilege Oriental”.
Folk Chanson do Marrocos e Egito, tocados no oud (instrumento típico da região)

Rembetika kai Anatolitika: 1931-50
Coleção de canções underground de imigrantes gregos, eram tão marginais e loucos que Jimi Hendrix e Jim Morrison teriam inveja!

Ryuku Rare Grooves. Shimauta songs of the 60s
J-pop vintage para garotinhas, de Okinawa e proximidades. Os japoneses tentaram copiar o pop americano da época e falharam miseravelmente, resultado em uma sonoridade um tanto quanto curiosa e psicodélica, com cara de filme B.











Ouça o Phurpa:

OLMO - Projeto Dark Ambient/Etno do Dmitry:

MUSICA RADICUM - Medieval com interpretação teatral e tudo mais - Lindo

Traduzido por: Thiago “Índio” Silva

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Video ESPETACULAR do Phurpa ao vivo em Paris 2009 recém upado.

No lance rolam até performers na parte de cima do palco (que também é massa pra kct) com umas luzes na cabeça… bizarramente fodido!

Se liga a edição que rolam imagens de um mosteiro tibetano e uma animaçãozinha no final.

Phurpa

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PHURPA

IRMÕES!

Pra quem está lendo o blog, pode parecer que eu pirei o cabeção por jogar dois posts seguidos com bandas de drone. Bom, não é… eu realmente sou fascinado por drones, e toda a estética “ritualística” da parada. Pesquiso, baixo e compro o que posso sobre isso, então é justo que tenha um postzinho aqui, outro ali sobre o lance.

Eu fiz o post do Nadja há pouco e até achei demais fazer esse logo em seguida, mas não teve jeito. Ouvi o Phurpa minutos depois e fiquei em estado de choque com sabuça.

A banda é um projeto de artístas e músicos russos (liderados pelo Alexey Tegin - conhecido já nesse rolê “esotérico”) que piram em estudar música ritualística,  liturgias budistas e tudo relacionado a isso, principalmente a música tibetana (a qual é 98% baseada em drones).

Fato é, a música que o Phurpa se propõe a criar, faz o Sunn O))) parecer qualquer nota  - e não falo desmerecendo a banda, pq também sou maluquétchi por Sunn O))). É simplesmente porque isso é, de fato, a encarnação da má vontade.

O som + a imagem dos caras é de gelar a aórta, e não tem nada plugado, tudo feito no garrote, sem aplificadores vintage mega-cabulosos… Os caras usam só umas vuvuzelas maiores que a torneirinha do Motumbo, e um monte de outros instrumentos de percussão.

Bom, foda-se.. Se tiver nervos pra isso, eis o pavoroso Phurpa - A Vuvuzela do Begotten.

Ps. Phurpa é uma das cinco divindades tutelares do “Father Tantra”, na tradição Bon (o que pra nós não quer dizer nada, mas deixei de curiosidade).

Como vocês sabem, o IB não é um blog pra downloads. Exceto em documentários e em dois casos raros, rolaram cd.

Esse vai entrar para o caso das excessões pq parece bem tenso achar coisa deles e já que tá na mão, acho que vale a pena.

Então pega ae o play, Nag Boud Ceremony em FLAC. Qualidade bombastica!

Ou baixe em MP3 pra bombar na má-vontade. Clique aqui >  









Entrevista + teco de show (Tá em russo, mas vale pra sacar como é o lance do cara e a produção do show)

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