THE FIRST COUNTER ATTACK!


SEXTA FEIRA!!!

Chame sua mãe, seu cachorro e sua sogra, que venha todo mundo, o Defibangueamento vai comer!

  • Test
  • Reiketsu
  • The Black Coffins
  • O Cúmplice

Sattva Bordô - 18hs

8$ pratas!!

Obs: Pontualidade Britânica! - (Sabemos que é mentira, né?) 

Clique aqui e vá >

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FACADA humilhando no VI Festival Rock Cordel, centro cultural banco do nordeste

@ CCBNB

11.01.2011

e a parte 2:


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É HOJE!!!
Se você tem deus no coração, vá e conheça a verdade.

É HOJE!!!

Se você tem deus no coração, vá e conheça a verdade.

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O Evangelho. Segundo Marcelo Appezzato - Ep. I

Genial! 

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TEST @ Rua Augusta [Unofficial Serie]

Se liga como foi o show deles “abrindo” pro Conquest for Death.

Video animalescamente produzido… 33 minutos que mostram da montagem do equipo até a fritação cabulônica dozminino.

 

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RIP Mieszko Talarczyk - 7 anos (26/12/2004)
Leia um post do IB sobre isso. Clique acolá >

RIP Mieszko Talarczyk - 7 anos (26/12/2004)

Leia um post do IB sobre isso. Clique acolá >



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Playlist: Marcelo (HUTT)

Finalmente saiu essa playlist! 

Não por conta dele hehe, mas primeiro que toda vez eu pensava em pedir esse lance pro cara, acontecia alguma coisa e eu esquecia, depois lembrava, depois esquecia… Até que um dia peguei o bicho online, em uma das raríssimas exceções que isso acontece, e finalmente arranquei o post dele. 

Até aí beleza, ele fez, me mandou rapidão e olha que teve um puta trampo, mandou bem pra caralho, porém o mongo aqui tá num corre animal e não conseguiu fazer antes, portanto são 13 dias desde que ele me mandou! UM RECORD ABSOLUTO do descaso, da demora, da falta de consciência pública e da má-vontade cabulônica.

Enfim, está aí… Marcelo Appezzato, da maior corporação cinematográfica do Brasil, a Black Vomit, e o monstruoso vocal do monstruosérrimo HUTT, que acabou de lançar o Monstruário, via Criminal Attack (selo do Bruno, um truta doidão dos rock da vida) e é seguramente um dos discos mais foda do ano. 

Aliás caras, antes de ler a playlist e começar a baixar os plays que estão aí, ouça esse play do Hutt e compre esse disco, pelo amor dos Georvázeos. Toda a arte do bagulho é animal, vale cada centavo que você gastar e nem to fazendo lobby, mas esse disco TEM que ter.

MP3 Worshipers FUCK OFF!  

Cara, eu estou numa fase em que pego muito pouca coisa nova.

Continuo ouvindo as mesmas coisas que ouvia em k7 quando era moleque. Faço parte do CLUBE DOS 12: Distintos cavalheiros e senhoritas que se recusam à evoluir da idade mental de 12 anos. Pelo menos no que diz respeito à música.

Então vou citar alguns dos álbuns mais importantes na (de)formação do meu caráter.Vamo lá:

CRYPTIC SLAUGHTER - CONVICTED

Puta bagaceira desgraçada!!

Enquanto o D.R.I.(outra banda que amo) tirava o pé do acelerador, na segunda metade dos anos 80,esses lazarentos lançam essa jóia rara em forma de microssulco.

Acho que essa onda de “revival thrash/crossover” que tem rolado nos últimos tempos ,pelo menos , serviu pra essa galera mais nova conhecer bandas maravilhosas como o CS.

Convicted e também o Money Talks foram relançados em cd pela Relapse  em 2003 com um monte de bônus.A versão de Low life do Napalm também ficou genial.

Mitch Harris fazendo vocais nos leva ao próximo play.

DEFECATION - PURITY DILUTION 

Projeto paralelo de Mick e Mitch Harris do Napalm Death. Esse disco foi gravado em 1989 e eu sou suspeito pra falar,pois se hoje tô nessa de ter banda e tocar barulheira,grande parte é culpa desses caras.

Mick e Mitch, que na época, lá em Mogi Guaçu, especulávamos serem irmãos (NÃO EXISTIA INTERNET OK?),dividiam os vocais em todas as musicas. As fotos da contracapa eram no quarto do Mick e eu e os camaradas que curtiam som comigo anotávamos os nomes das bandas que estavam nos posters das paredes para procurarmos depois.

Comprei esse play em 93 e tenho ele até hoje no hall dos discos que vão ser enterrados comigo. Não há falta de grana que faça eu vender essa porra! Depois de muito tempo o Mitch gravou sozinho um segundo disco do Defecation mas nem se compara a esse. Acho que sempre foi um disco subestimado.

Todos lembram do Terrorizer (World Downfall também é perfeito), mas Defecation nem todo mundo conhece, mesmo tendo sido lançado no Brasil em 1991 pela rock brigade records. Azar o deles.

INFERNO - TOD & WAHNSINN

Hardcore em estado bruto! Cuspido de um jeito que só alemão sabe fazer.

Capa do Pushead? Músicas de menos de 1 minuto? Tô nessa!!!

Foi gravado em 1983 pelo Harris Johns, no Musiclab na Alemanha. Pra quem não sabe o mesmo produtor e  estúdio  em que o RDP gravou o Brasil e o Anarkophobia. O S.O.D. gravou um cover de Ram it up no Speak English or Die e o próprio RDP gravou 1983 no  Feijoada Acidente.

REPULSION - HORRIFIED

Fiquei sabendo que eles voltaram a tocar algum tempo atrás. Espero  que venham tocar por aqui! De preferência com o HUTT abrindo. Lembro do dia em que fui a galeria do rock e achei o ep “Excruciation”.

Foi um dos melhores dias da minha vida. Na época eu ainda morava no interior. Peguei o busão e fui embora com o disquinho embaixo do braço. Cheguei em casa e acabei passando a noite inteira ouvindo as 2 musicas do play e observando a capa linda. Não conseguia tirar ele da vitrola.

Minha mãe adorou !6 da manhã do dia seguinte ela levanta pra ir trabalhar, abre a porta do meu quarto e lá estou eu sem dormir, com os olhos estalados ouvindo "Helga lost her head" pela centésima vez.

Escola o caralho!!!

FACADA - O JOIO

Orgulho demais de ser amigo desses mazelas!

O disco anterior “Indigesto” já era lindo e agora “O Joio” veio pra provar que o Facada está no topo da lista das melhores bandas de grindcore do mundo.

Nesse disco gravaram  covers do maravilhoso Filthy Christians e do DFC. Se você ainda não tem ,compre com os caras, roube  de alguêm ou troque em crack.

DEPHOSPHORUS - AXIOM

Não entendo porque com toda a tecnologia de hj ainda existem bandas que fazem questão de deixar o som uma merda. Parece que o vocal tá cantando com a cabeça enfiada num balde.Pelo menos as musicas são curtas.

Gostei do som da guitarra. Até que é legal,vou ouvir com mais calma.

ACEPHALIX - INTERMINABLE NIGHT

Noite interminavel, músicas intermináveis.

Os caras são bons mas dava pra fazer uns 4 cds com tanta base e solo.Ainda prefiro o Amebix!!! (N. do IB - Depois encontrei com ele e ele comentou “É que mano, música longa pra mim é Megadeth! - tá certo!)

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"Só butá no google "Facada na Goela" que tá tudo resolvido" <3

Facada no programa Toda Música ensina o que é grindcore. 

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HUEY + TEST

Tem role aí logo menos pra vc roquear e grind/deféar. 

  • Quem toca? HUEY + TEST
  • Quando? 08/12 - Quinta feira  
  • Onde? Serralheria - Rua Guaicurus, 857
  • Quanto? 10$

Confirme sua presença acolá > 

    HUEY


    TEST: 



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    Entrevista: Panos (DEPHOSPHORUS)

    Caros(as),

    A Grécia é mãe de várias bandas que eu sou absolutamente maluco, cujo as antigas nem precisam ser mencionadas, mas dois exemplos dessa ninhada nos últimos anos seriam sem dúvida o Dead Congregation e os astrogrinderos do DEPHOSPHORUS.   

    "Dephosphorus é uma antiga entidade cósmica. Ele varre o universo em busca de civilizações e recruta os que encontra pra ajuda-lo A "desvendar" mistérios da criação e aquilo que está além do cosmos como o conhecemos." - Segundo a própria banda, que aliás, é toda baseada neste conceito, da arte ao conceito lírico com um som que foi feito exclusivamente pra matar barata, dado à violência da chinelada. 

    Cru, sujo, podre e absolutamente espetacular, Axiom (2011), album de estréia do power trio já chegou pra encochar a mãe no tanque, pegar o controle da tv, esticar o pé na mesa de centro e colocar no documentário sobre Muhammed Ali (sem perguntar pro seu pai se tudo bem). 

    Agora os caras lançaram outro cabulosísse, o Night Sky Tranform, que conta com a participação do Ryan Lipynsky (Unearthly Trance) e eu rolei uma idéia com o simpático Panos, vocal, líder cósmico e efetivamente um batalhador na cena grega, mantendo inclusive um selo, a Blast Beats Prod.

    Se liga ae:  

    1. Não tenho como começar essa entrevista sem que você explique o que é, exatamente, “AstroGrind”.

    Nosso estilo músical é composto, logo, difícil de descrever. Inventamos o termo “astrogrind” porque:

    1. Crust e grindcore são enormes componentes de nosso background musical e
    2. O prefixo “astro” predispõe o ouvinte ao clima cósmico de nosso conceito e a atmosfera misteriosa que nossa música passa.

    2. A parte gráfica dos lançamentos do Dephosphorus são bem foda e pelo que entendi, são todas feitas pela Viral Graphics. Como é o processo, no que concernem as idéias? Elas partem de vocês ou eles têm liberdade total para bolar as artes?

    A talentosa dupla por trás da Viral Graphics são amigos e camaradas de muito tempo! Confiamos plenamente neles para criarem as visões que acompanharão nossa música.

    No caso do “Axiom” eles foram os únicos responsáveis pelo conceito do artwork. Para o debut “Night Sky Transform” demos uma idéia básica do que queríamos para a capa, que é uma imagem mental que me aterroriza há mais de quinze anos e eles trabalharam em cima disso. O encarte do disco (o sucessor apropriado para o design de “torre” em “Axiom”) é mais uma vez um conceito 100% deles, é extremamente inspirador e uma das artes mais belas que já vi!

    Espero que vocês concordem comigo…

    3. Axiom foi um dos grandes lançamentos de 2011 e pode-se dizer que a banda é extremamente produtiva, levando isso em consideração. Como é o trabalho em estúdio? A composição/criação leva muito tempo?

    Quando começamos a banda, sabíamos que em algum momento ficaríamo separados geograficamente de Thanos porque ele tinha serviços militares obrigatórios à cumprir, assim como seus estudos no exterior - na Suécia. Isso levou à um modus operandi extremamente focado, no momento em que recrutamos Nikos para a bateria.

    Nosso objetivo era compor e gravar o máximo de música possível antes de sua partida. Foi assim que conseguimos gravar, entre o verão e o outono de 2010, 21 músicas no total de duas sessões. Isso inclui o material de nosso MLP “Axiom” que foi lançado em junho passado em formato gatefold pela 7 Degrees Records e em formato digital gratuito (que você pode baixar aqui!), nosso futuro debut “Night Sky Transform” e duas músicas para splits - um deles sendo um 7” EP com o Great Falls (contando com ex-membros do Playing Enemy!) que deverá sair este inverno como parte do pacote de assinaturas da Hell Comes Home.

    Quanto as sessões no estúdio, nas duas ocasiões estávamos bem ensaiados então não perdemos tempo algum compondo ou ensaiando novamente. Só há uma exceção, que é a faixa “Uncoscious Excursion”, em que Ryan Lipynsky cantou e tocou guitarra. Essa foi uma adição de última hora ao tracklist do álbum, então Thanos e Nikos tocaram um pouco a faixa umas duas ou três vezes e correram pra gravar!

    4. Ainda sobre o Axiom, percebi que se trata de uma gravação ao vivo, o que é chocante dada a puta qualidade que o disco tem! Quanto tempo levou pra gravar o disco? Gostaria que você comentasse um pouco sobre o processo de gravação e se tem alguma história ou momentos engraçados no meio disso que você gostaria de compartilhar.

    A bateria e as trilhas básicas de guitarra foram, de fato, gravadas ao vivo, o que adicionou ao som “fresco” que o disco tem! As sete músicas do “Axiom” levaram cerca de 10 horas para serem gravadas.

    Temos sentimentos e memórias confusas em relação à gravação, porque foi tudo marcado por uma colaboração decepcionante… 

    No geral, estávamos bem relaxados e confiantes porque háviamos ensaiado intensamente o material antes de entrar em estúdio. A gravação foi feita durante uma onda de calor do verão ateniense, então eu lembro que estava QUENTE PRA CARALHO!

    Tinha uma escola de artes marciais ao lado do estúdio, ouvíamos um monte de gritos quando não estávamos gravando!



    5. O som em Axiom me lembra muito a ferocidade dos conterrâneos do Dead Congregation (uma das maiores bandas surgidas nos últimos anos), só que mais focado no grindcore. Você concorda? Você vê o som do Dead Congregation como influência direta em seu trabalho? E para encerrar a pergunta, gostaria que você comentasse sobre as influências diretas neste disco.

    Entendo porque podemos ser interpretados como uma versão grind do Dead Congregation e isso é um elogio dos mais gratificantes!

    Eles são nossos amigos e, na verdade, o fato de eu e Thanos tocarmos e compormos juntos há quase uma década agora é graças ao frontman deles, Anastasis! Tínhamos contato na época em que ele tocava no Straighthate, eles me testaram quando o primeiro vocalista deles saiu fora e, eventualmente, entrei na banda.

    Quando Anastasis nos disse, durante o primeiro show do Kaamos em Athenas, que ele estaria saindo, pedi à Thanos uma fita-demo sua, no mesmo show e algumas semanas depois estávamos tocando juntos!

    O DC não é uma influência direta, musicalmente, mas Thanos (nosso compositor) compartilha algumas raízes em comum com Anastasis: Immolation, Entombed, etc e tal. Eles nos influenciam em termos de integridade, execução ao vivo, dedicação à essência do que é metal underground e uma estética intransigente.

    6. O play novo, Night Sky Transform, já nasce grande, tendo uma participação de Ryan Lipynsky, do fodidíssimo Unearthly Trance. Vocês tinham algum contato? Como isso rolou?

    Eu mantinha contato com o Ryan já há uns bons anos e nós fizemos algumas entrevistas com o Unearthly Trance/Thralldom para a Metal Hammer Greece (revista para qual eu escrevo) através desse tempo…

    Eu e Thanos somos fãs de suas bandas e sempre tivemos a esperança de fazer algo juntos no formato de um split EP ou o que fosse.

    Como mencionei anteriormente, “Unconscious Excursion” foi meio que improvisada quando fomos ao estúdio gravar o “Night Sky Transform”. Apesar de nosso baterista Nikos nunca ter ouvido nenhuma das bandas de Ryan antes da gravação, a faixa tem um genuína clima meio UT/Thralldom e creio que isso poderia ser considerado como humilde tributo à ambas.

    Ryan estava muito animado para participar, então ele escreveu as letras, o título e então os vocais, assim como a belíssima guitarra. Tudo foi gravado onde o UT ensaia, no Brooklyn, em Nova Iorque.

    Amamos como a colaboração saiu, e sabe, isso é mais do que ter um extra na lista de pontos-de-venda do press release, haha. 

    Ficamos felizes que o Ryan decidiu fazer parte dessa viagem e realmente se envolver nisso.

    Na foto, Ryan:


    7. Além do Dephosphorus, você tem um selo, Blast Beat Productions. Como você vê a cena atual, em termos de aquisição de material físico como cds, LPs, tapes, etc? A galera da Grécia ainda consome este tipo de produto? Ainda sobre o selo, qual o critério adotado ao lançar/distribuir bandas? É uma questão de gosto pessoal ou o selo é dedicado a algum gênero em particular?

    Fãs verdadeiros de música undeground sempre apoiarão a cena ao adquirir discos, camisetas/merchandise, indo aos shows, etc. O que eu percebi – assim como todos – é que nos últimos anos as vendas de cds caíram. As pessoas ainda compram, mas não tanto quanto antigamente.

    O que eu sei, com certeza, é que nas grandes lojas o número de vendas é catastrófico. O que não necessariamente preocupa o cenário underground. Tirando por mim mesmo, a maioria dos itens relacionados à música são comprados pela internet mesmo…

    Lanço e distribuo apenas música que considero inspiradora. Até então, lancei apenas um punhado de discos, mas tenho orgulho de cada um deles, que são especiais, cada um a sua maneira. 

    Não me prendo a nenhum gênero. A maioria de meus lançamentos são relacionados à grind e sempre tem algo de qualidade na distro mesmo, seja black, death, hardcore, grind, sludge, etc.

    No próximo mês haverão meus primeiros lançamentos em mais de quatro anos: KOMMPOUND/HELLBOY 106 “The Mignola Split” em quantidades de tapes limitadas (ambient/noise, field recordings) e MUTANT SUPREMACY 7”EP (death metal oldschool devastador de Brooklyn, NY).

    Dê uma conferida em Blast Beat Mail Murder.com para mais informações.

    8. Ainda sobre a cena Grega. Vejo um monte bandas surgindo no underground, mas parece que o país ainda carrega a cruz (sem piadinhas) de ser “a pátria do Rotting Christ”. Como é a cena underground aí, cara? Há muitos festivais? Alguma banda que você recomendaria? 

    Rotting Christ sendo a maior banda de metal grega de todos os tempos e tendo muito sucesso no exterior, rola meio que uma “síndrome RC” com muitas bandas novas tentando copiar o som deles. Por isso que penso que o metal grego está estéril criativamente (em linhas gerais) desde a segunda metade dos anos 90 até o início dos anos 00…

    Nessa última década a “cena” meio que renasceu do nada, com algumas boas bandas trilhando seu próprio caminho e ganhando reconhecimento razoável de fora. Não sei dizer como anda a cena com um todo, neste momento. Sei que alguns anos atrás o público que ia à shows estava em baixa. Atualmente, as casas noturnas fazem alguns shows de graça, então imagino que mais gente compareça.

    Há também alguns bons festivais locais organizados pelas próprias bandas que são baratos ou até mesmo de graça, bem massa.

    Algumas bandas de metal/hardcore gregas que eu recomendaria:

    • Dead Congregation (of corpse)
    • End, 
    • Ravencult, 
    • Angstridden,
    • Bohemian Grove, 
    • Embrace Of Thorns, 
    • The One, 
    • Macabre Omen, 
    • Inveracity, 
    • Atavism, 
    • Necrovorous, 
    • Kvazar, 
    • Headcleaner, 
    • Sarabante, 
    • Ruined Families, 
    • Antimob, 
    • My Turn, 
    • I Want You Dead, 
    • Agnes Vein, 
    • Infidel, dentre outras que eu não lembro agora.

    9. Como somos um blog brasileiro, gostaria de saber se você tem algum contato com bandas daqui, se você conhece ou curte alguma banda brasileira.

    Infelizmente não temos contato com nenhum brasileiro além de vocês…

    Recentemente eu peguei algumas cópias da tape do DEFY pra distro e elas são foda! Eu esperava qualquer outro d-beat/crust mas eles são bem mais que isso!

    Óbvio que cresci ouvindo Sepultura (na maioria, os discos mais thrash), então a música brasileira teve um grande impacto em mim. Também amo Sarcófago e Ratos de Porão (dos clássicos). Fora o DEFY, a banda brasileira que mais me marcou na última década foi o ABHORRENCE e seu debut “Evoking the Abomination”. Eu amo aquilo! É um disco implacável e um dos meus favoritos dentro do brutal death metal.

    Ah, acabei de lembrar de uma banda bacana de death metal, de meados dos anos 90 que havia me enviado uma tape para que eu resenhasse na época que eu fazia o Chaotik Webzine. Era o Anopheles, do Rio de Janeiro. A demo “Absention of Life” (sua única gravação) era bem boa pelo que eu me lembro.

    Ainda ouço tapes, então vou dar uma desenterrada na coleção e ouvi novamente, pelo bem dos velhos tempos!

    10.  Um som pro seu velório.

    “Vers La Mort” da banda de black metal canadense AKITSA de seu último (e fantástico) disco “Au crépuscule de l’espérance”!

    11. Panos, obrigado pela entrevista! Finalize como você bem entender!

    Um hail para as hordas underground do Brasil e pra você, Vakka, muitíssimo obrigado pelo apoio!

    “Axiom” grátis em http://www.dephosphorus.com/download-axiom e se gostar do que ouvir e ver, considere pedir nosso MLP e/ou camiseta…

    Temos duas novas faixas de nosso futuro full-length “Night Sky Transform” em streaming em http://dephosphorus.bandcamp.com, confiram!

    STARGAZING & VIOLENCE!

    10. Só pra finalizar, gostaria que você comentasse os últimos cinco discos que ouviu que te deixaram de cara!

    AKITSA “Au crépuscule de l’espérance”.

    Não é um disco que tenha descoberto recentemente mas estou escutando-o sem parar quase todo dia há mais ou menos um ano e merece estar na lista. Os outros quatro são mais recentes…

    Mutant Supremacy “Infinite Suffering”

    Death metal do Brooklyn, NY

    Defeatist “Tiranny of Decay”

    Excelente grind dos EUA

    The One “I, Master”

    Black metal grego, lançado em 2008 mas só peguei a edição limitada em vinil agora

    Scythian “To Those Who Stand Against Us…”

    Deathrash épico do Reino Unido

    Traduzido por: Thiago “Índio” Silva.

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